Plataforma de dados não fica cara por acaso: fica cara por decisões de arquitetura tomadas cedo e revistas tarde. Projetamos pensando no custo da fatura de nuvem, garantindo que a escala do dado não destrua a rentabilidade do negócio.
Quatro origens de gasto que aparecem em quase todo ambiente de Databricks e Azure que cresceu mais rápido do que a sua arquitetura.
Ambiente interativo que fica de pé o dia inteiro, auto-scaling mal configurado e job rodando em cluster de propósito geral. A fatura conta hora de máquina, não resultado entregue.
Pipeline que relê a tabela inteira a cada execução, quando só um dia de dado mudou. É o item que costuma dominar a conta de processamento em plataforma que cresceu rápido.
Milhares de arquivos minúsculos, particionamento escolhido no começo e nunca revisto, ausência de compactação. O mesmo dado passa a custar mais para ser lido a cada mês.
Sem marcação por área, produto ou projeto, a conta chega inteira para a TI e a conversa vira corte linear. Sem saber de quem é o gasto, não há decisão de negócio possível.
FinOps aqui não é um serviço à parte: são três das seis etapas do método Planncode, que já tratam de eficiência financeira antes, durante e depois da entrega.
A otimização de custos de nuvem, como no Azure Databricks, é planejada desde o início, para evitar surpresas financeiras. Dimensionamento, separação de ambientes e estratégia de ingestão são decisões de arquitetura, e é mais barato tomá-las agora do que corrigi-las depois.
Antes de considerar a entrega pronta, validamos se ela é financeiramente sustentável e se atende aos critérios de ROI estabelecidos. Uma solução que funciona mas custa mais do que devolve não passou no teste.
Com visão de stewardship, seguimos monitorando e sugerindo otimizações depois que a plataforma já está rodando. Custo de nuvem não é ajuste de uma vez: o dado cresce, o uso muda e a arquitetura precisa acompanhar.
Reduzir gasto sem governança é apostar que nada vai quebrar. Saber quem consome o quê, e o que depende de quê, é o que transforma corte em decisão informada.
A mesma base de governança que aplicamos nos projetos de dados, agora lida pela chave do custo: sem ela, ninguém sabe de quem é a fatura nem o que pode ser desligado com segurança. O raciocínio por trás dessa fundação está no artigo infraestrutura de dados.
Rateio por área e por produto de dado, política de quem pode criar ambiente, revisão periódica do que está de pé e ainda não é usado, e a conversa de custo acontecendo com o time de negócio, não só com a TI.
Trabalhamos sobre a plataforma do cliente. Se ela é Databricks ou Azure, veja o escopo da nossa parceria Databricks e da parceria Microsoft.
Plataforma de gestão analítica capaz de lidar com grandes volumes de dados mantendo os custos sob controle.
Conte o contexto do seu ambiente e a gente olha a arquitetura antes de falar em corte.